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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

ROGER ESTA DE VOLTA


Roger treina e garante volta ao Fogão
De volta após um mês, goleiro se diz acostumado com inatividade
Gustavo Rotstein Do GLOBOESPORTE.COM, no Rio de Janeiro

Lancepress!
O goleiro Roger diz estar pronto para enfrentar o Juventude, neste domingo
Se Jorge Henrique voltou a sentir uma lesão no coletivo realizado nesta quinta-feira, Roger confirmou sua recuperação. Sem jogar desde o dia 30 de setembro por causa de um problema no ombro esquerdo, o goleiro participou do treino e se diz pronto para enfrentar o Juventude. - Já vinha trabalhando com bola durante a semana, não senti nada no coletivo. Estou me sentindo bem, e me recuperei antes da previsão dos médicos - afirma. O tempo de quase um mês de inatividade não parece ser problema para Roger. Reserva de Rogério Ceni no São Paulo durante nove anos, o próprio goleiro lembra estar acostumado a ficar longos períodos sem jogar. - Pelo Santos, fiquei um tempo sem atuar e fui bem contra o Internacional. No São Paulo também estava acostumado a passar um período longo sem jogar - observa.

sábado, 20 de outubro de 2007

Disputa por céu ou inferno


Fogão x Sport: disputa por céu ou inferno
Em situações semelhantes, equipes buscam chegar à elite e fogem do rebaixamento
GLOBOESPORTE.COM No Rio de Janeiro


Sem vencer há cinco rodadas do Campeonato Brasileiro, o Botafogo vive entre o céu e o inferno. A nove pontos do grupo de classificação para a Libertadores e a apenas três da zona de rebaixamento, o Alvinegro terá pela frente o Sport, adversário que vive situação semelhante. O confronto no Engenhão será transmitido pelo SporTV (apenas para São Paulo e Pernambuco) e pelo Premiere. O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real a partir das 18h10m (de Brasília).



Botafogo conta com apoio da torcida para vencer novamente
Com 42 pontos e na 11ª posição, o Botafogo tem neste sábado um confronto direto. Com duas posições e um ponto de vantagem sobre o Alvinegro, o Sport também terá a partida para decidir em qual pelotão vai brigar nas últimas rodadas do Brasileirão. O Botafogo terá mais uma chance de mostrar, diante de sua torcida, o poder de reação necessário para terminar a competição numa posição que pelo menos justifique o ótimo início de temporada. Em sua nova casa, onde disputou três partidas e venceu duas, o time comandado por Cuca precisa vencer para não afundar ainda mais.

Como e onde comprar seu ingresso

Preços da arquibancada: R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia para estudante)
Local de venda: Bilheterias Norte e Sul do Engenhão a partir das 15hFoi exatamente no Engenhão que o Botafogo venceu pela última vez. No dia 19 de setembro, o Alvinegro fez 1 a 0 no River Plate, pelo jogo de ida das oitavas-de-final da Copa Sul-Americana. Para o torcedor e para os jogadores, o mais importante, entretanto, será um novo resultado positivo, mesmo que a atuação não seja tão boa como a de um mês atrás. O Engenhão também não deve estar tão cheio, mas para o grupo, o principal é ter os alvinegros incentivando o tempo inteiro. Segundo Cuca, este fato pode ser decisivo no jogo contra o Sport.
O comandante alvinegro cita como exemplo o confronto com os pernambucanos no primeiro turno da competição, quando houve empate em 3 a 3 na Ilha do Retiro (assista aos melhores momentos no vídeo ao lado). - Naquela ocasião a torcida do Sport foi fundamental para eles. Espero que neste sábado essa vantagem seja nossa. Neste sábado o Botafogo terá a volta do zagueiro Juninho, que cumpriu suspensão. Por outro lado, Coutinho está fora depois de levar o terceiro cartão amarelo. Ele será substituído por Diguinho. Jorge Henrique, com uma lesão na coxa esquerda, é dúvida. Reinaldo deve atuar no ataque ao lado de Dodô.

Sport chega ao Engenhão com esquema 3-6-1
Para a partida deste sábado, o técnico Geninho não promoverá grandes mudanças no Leão. As duas únicas novidades são a volta do atacante Carlinhos Bala, que estava suspenso, e do volante Ticão, que se recuperou de uma fissura no braço esquerdo. No restante, o time permanece praticamente o mesmo que empatou com o Figueirense em 0 a 0, na última rodada. O esquema escolhido nesta partida será o 3-6-1, e o técnico Geninho explica o porquê da opção.
- Estou jogando com somente um atacante, mas os meus meias terão total liberdade para chegar no ataque junto do Carlinhos Bala. Os meus volantes sabem sair jogando e terão um pouco de liberdade, já que estou com três zagueiros e com dois laterais que não chegam com tanta freqüência ao ataque - afirma.

Ficha do jogo


BOTAFOGO x
Julio César, Joilson, Renato Silva, Juninho, Luciano Almeida, Leandro Guerreiro, Diguinho, Lucio Flavio, Zé Roberto, Reinaldo (Jorge Henrique), Dodô T: Cuca


SPORT
Magrão, Igor, Durval, César, Luisinho, Netto, Ticão, Junior Maranhão, Romerito, Adriano Gabiru, Dutra, Carlinhos Bala T: Geninho


Estádio: Engenhão, no Rio de Janeiro (RJ) Data: 20/10/2007

Árbitro: Paulo César Oliveira (Fifa-SP)

Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Claudemir Maffessoni (SC)

Transmissão: O SporTV (apenas para São Paulo e Pernambuco) e o Premiere transmitem ao vivoTempo Real: O GLOBOESPORTE.COM acompanha em Tempo Real a partir das 18h10m (de Brasília).

domingo, 7 de outubro de 2007

A HORA É ESSA!

Isolado, Bota quer consertar erros
Zagueiro Juninho lembra que concentração de Itu reúne condições para tranqüilidade
Gustavo Rotstein Do GLOBOESPORTE.COM, em Itu (SP)


GLOBOESPORTE.COM
Juninho acredita que tranqüilidade de Itu será importante para o Botafogo
O Botafogo inicia neste domingo o que espera ser sua reação no final de 2007. Concentrados em Itu, interior de São Paulo, a expectativa de todos é consertar dentro e fora de campo os erros cometidos nas últimas partidas. Capitão da equipe, Juninho, que recebeu o terceiro cartão amarelo diante do Santos e não enfrenta o Vasco, no próximo domingo, está certo de que o período de seis dias na cidade será ideal para que o Botafogo retome seu rumo. - Teremos tranqüilidade para trabalhar e vamos nos fechar ainda mais para vencermos novamente. Aqui há ótimos campos, concentração e academia excelentes. Uma estrutura perfeita para voltarmos bem - afirma.

O BOM PAI A CASA TORNA!


Cuca: 'Estava com muita saudade'
Técnico afirma estar pronto para ajudar o Botafogo na reta final do Brasileiro
Gustavo Rotstein Do GLOBOESPORTE.COM, em Itu (SP)

AGÊNCIA O GLOBO
Cuca ainda vai se emocionar muito até o fim do ano com o Alvinegro
Com uma voz que mostrava uma felicidade grande, mas contida, Cuca atendeu o telefone. Ainda em Curitiba, para onde foi logo após deixar o cargo de técnico do Botafogo no dia 28 de setembro, o agora treinador alvinegro não vê a hora de recomeçar seu trabalho. - Estava com muita saudade - admite ele ao GLOBOESPORTE.COM, por telefone. Cuca, no entanto, recusa-se a dizer que na verdade nem era para ter saído do clube depois da derrota para o River Plate em Buenos Aires. O treinador prefere ver tudo como parte de algo que estava escrito. - Era para eu ter saído, sim. Tudo o que Deus faz é certo. Aconteceu e pronto. Pediram minha ajuda novamente e estou de volta - afirma. Quando decidiu deixar o Botafogo, há exatos nove dias, Cuca admitiu não se ver mais capaz de dar motivação ao grupo. Mas em sua volta, ele mostra ter a certeza de que não será preciso ter essa tarefa. - Quem pode contribuir são os jogadores. São eles quem darão motivação ao time - diz. Cuca chega a Itu nesta segunda-feira para comandar o treinamento do Botafogo visando ao clássico contra o Vasco, no próximo domingo, no Maracanã.
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HISTÓRIAS DE TORCEDOR!

Uma frase muito utilizada pelos militares e politicos diz que "não há glória sem luta". Se tiver que adaptá-la para nós, botafoguenses, diria:"Não há glória sem sofrimento".Corremos o risco de ficar mal acostumados com Garricha e Nilton Santos , quando os resultados vinham sem sofrimento.Mas mesmo eles , como que atentos observadoresda sina em branco e preto , nos davam um período para sofrer.Assim foi entre 57 e 61 e entre 62 e 67. Mas, depois, não precisavam exagerar! Foram quase duas décadas de sofrimentos sem glória. As vezes já prontos para digerir, vinha uma mãozinha boba e derramava o leite da vitória, como em 71.Por isso,a natural e exagerada superstição alvinegra. Natural pela lógica do sofrimento. Exagerado, porque é uma superstição móvel: se uma não dá certo, troca-se por outrae vai-se em frente até a próxima vitória ou a próxima derrota. Na época das vitórias, as camisas que deram certo andam quase sozinhas pelo rigoroso excesso de uso e pela inprescindível não lavagem. Na derrota a camisa engomada pelo suor vai para o lixo com a maior facilidade.SE perguntar a qualquer um de nos se quer ser diferente, a resposta é não.Uns dizem que é muito chato não sofrer. E argumentam: "E como ver um filme pela segunda vez." Se perguntar a qualquer um de nós por que superstições móveis e transitórias, a resposta vem pronta"É bom, é mágico." Imaginem como é bom pensar que o esforço do adversário é inútil frente à camisa não lavada ou a um amuleto apertado na mão.A Torcida do Botafogo, neste sentido, é a única que participa jogando com o time e não apenas torcendo. O adversário chutou por cima da trave não porque a marcação era boa, ou porque tenha errado, mas porque o amuleto mágico entrou em campo e descolou levemente o bico da chuteira.É este mundo mágico de vitórias gloriosas e sofridas que nos dá prazer. O Botafogo não é o melhor ou pior. É diferente. Como ? Quem foi o responsável pelo Campeonato Brasileiro de 95 ? A resposta é fácil: uma concentração de amuletos e manias embargadas no avião do presidente da FIFA que vinha para o Brasil. O doutor Havelange trazia dois jogadores brasileiros que estavam na Suiça: Luiz Henrique e Túlio. De longe, o melhor currículo era do jogador da seleção brasileira, o Luiz Henrique. Era lógico para todos, menos para nós. O Túlio teve seu percurso desviado e acabou artilheiro absoluto. Mas há uma superstição que vive no Botafogo desde sempre: só seriamos campeões se tivéssemos um ex-jogador do Flamengo. Terminado o jogo com o Santos, fim do nosso sofrimento e início da nossa glória , encontrei um grupo que urrava: "Obrigado, Flamengo, mais uma vez." Curioso perguntei por quê ? A resposta não tardou: "Mais importante que ser campeão é a escrita funcionar ." Fomos campeões com Gotardo, como tínhamos sido em 57 com o Servilio, ou em 61/62 com o Jadir e em 67/68 com o Paulo Cesar e o Gerson. Aos berros o grupo concluiu: "Graças a Deus, graças a Deus, a escrita funcionou."Cesar MaiaPublicado no jornal "OGLOBO" de 28/12/1995 UENSES: TORCEDORES